Rodolfo Domenico Pizzinga

 

 

 

 

  Eles?  Alguns?  Todos?

Quem  é  mais  importante?

Alguns?  Eles?   Nós?  Todos?

Existirá algo ou alguém  menos  importante?

 

 

1   +   2   +   3   +   4   =   10   =   1.

Muitas vezes, +,  –,  ÷  e  x  são equivalentes!

Assim, +,  –,  ÷  e  x serão equivalentes quando forem malevolentes.

 

 

Eu... Tu... Ele...

Nós... Vós... Eles...

 

 

O mesmo é o outro e é também ele.

... Minerais... Vegetais... Animais...

Somos desiguais... E SOMOS todos iguais!

 

 

 

 

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Comentários

 

Todo número (com exceção do zero) elevado a zero é igual a UM. Isto reitera o caráter absoluto do UM como origem irredutível do existente e do inexistente, ou seja, do que já existiu, do que existe, e do que virá a existir. Não como Criador em si do que já existiu, do que existe, e do que virá a existir; mas, misticamente, como sustentador do Princípio de que SOMOS TODOS UM.

 

A afirmação inserida no soneto —› +,  –,  ÷  e  x serão equivalentes quando forem malevolentes ‹— refere-se, misticamente, a qualquer ato que seja, ou que possa vir a ser, detrimental. Nesse caso, somar, subtrair, dividir ou multiplicar são inexoravelmente equivalentes. As sobrevalias são um exemplo disso. Subtrai-se pensando que se está somando, quando, em realidade, se está subtraindo duplamente: do outro e de si próprio! As guerras idem. Matamos os outros (subtraem-se vidas), mas a cada vida subtraída morremos um pouco (ou muito)! Nesse caso, a subtração de duas vidas, por exemplo, não é igual à subtração de uma vida mais a subtração de outra vida! 1 + 1 é muito mais do que 2! Logo, obviamente, n + n, nesse caso, não é igual a 2n, mas imensamente superior a 2n. Isso faz lembrar o conceito matemático de fatorial. A função fatorial de um número natural n é o produto de todos os n primeiros números naturais, ou seja: Fat(n) = n! = 1.2.3.4... n. Ou ainda: o fatorial de n é n vezes o fatorial de (n - 1). Exemplo:

7! = 1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6 x 7 = 5040.

Ou:

7! = 7 x 6! = 7 x (1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6) = 7 x 720 = 5040.

 

No Capítulo IV, Seção 16, do SePheR YeZIRaH (Sepher Yezirah) está escrito: Duas pedras constroem duas casas [1 x 2]; três pedras constroem seis casas [1 x 2 x 3]; quatro constroem vinte e quatro casas [1 x 2 x 3 x 4]; cinco constroem cento e vinte casas [1 x 2 x 3 x 4 x 5]; seis constroem setecentas e vinte casas [1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6]; e sete constroem cinco mil e quarenta casas [1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6 x 7]. Daí por diante prossegue e calcula o que a boca não pode expressar e o ouvido não pode ouvir. Como percebeu o filósofo judeu-helenista Fílon de Alexandria (25 a. C. - d. C. 50), que tentou conciliar a Filosofia grega com a Lei de Moisés: Toda a Natureza exulta no Sete.

 

Antes de continuar e assistir ao *pps, rapidamente, volte ao topo da página para fixar todos estes conceitos. Simplesmente aponte o mouse para o título deste trabalho. Então, o que se pode concluir? Muito simples: SOMOS TODOS UM. Essa foi a mesma intenção de todas as animações incluídas neste soneto. Como professor, sou adepto do ditado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Quando eu era professor de Química (hoje estou aposentado), se eu pudesse apresentar para os alunos seis experiências ao invés de cinco, eu apresentava as seis. Mas, se desse tempo de apresentar sete eu apresentava sete. E assim por diante. E sempre que era possível, eu explodia alguma coisa! Pe-da-ções de sódio colocados em água sempre fizeram um enorme sucesso! O fato é que temos mesmo que acordar dos nossos sonhos egoístas. Depois do ano 2033 virá o ano 2034... E depois... Depois, poderá (ou não) vir 2035! Mas, podemos escolher: ficar aquém ou além do arco-íris.

 

 

CONVITE
(Como remate)

*pps (232 kb)

 

Confira se não é um fato tudo o que foi discutido anteriormente. Preste atenção na última foto. Clique AQUI.

 

 

 

 

 

Música de fundo:
Somewhere Over The Rainbow (Harold Arlen & E.Y. Harburg)